Busquei por toda parte em mim uma forma de fugir do óbvio, mas às vezes o inevitável é tão potente que nos enlaça puxando-nos para o fatal. Segurei o choro, segurei a fala, segurei meu corpo na esperança de não reagir, fechei os olhos com força e prendi a respiração, esperando passar, mas foi mais forte que eu. Eu não consegui, e admitir um fracasso é mais doloroso que continuar suportando.
O que é justiça? Onde se encontra esse safado de destino que tem o humor mais negro que eu já vi? Eu tentei resistir até o último momento, mas as vozes na minha cabeça não se calaram. Meu corpo padece quando minha mente entra em conflito. Minha mente padece quando meu impulso subverte meu desejo. E eu expio meus pecados constante e dolorosamente. Cá estou eu desesperada agonizante, dentro de mim mesma, lutando para destruir a casca inabalável que criei. Olha pra mim. Onde foi que eu cheguei?
O que é justiça? Onde se encontra esse safado de destino que tem o humor mais negro que eu já vi? Eu tentei resistir até o último momento, mas as vozes na minha cabeça não se calaram. Meu corpo padece quando minha mente entra em conflito. Minha mente padece quando meu impulso subverte meu desejo. E eu expio meus pecados constante e dolorosamente. Cá estou eu desesperada agonizante, dentro de mim mesma, lutando para destruir a casca inabalável que criei. Olha pra mim. Onde foi que eu cheguei?

3 comments:
haja pulso!
Ó, os elogios são reflexo de seu potencial, um passo pra potência.
;)
Linda a sua maneira de narrar. Você escreve bem!
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