Falta-me sentido para acordar a cada dia, faltam-me os sentidos durante o dia.
Mazelas de nosso tempo? Sentir-se infeliz por não ‘ter’, não ‘ser’, não ‘estar’, e no meu caso nem ‘parecer’ cabe.
Infelicidade genuína e pura, límpida e translúcida como água, pela simples amargura de estar viva. De ter o que fazer e não sentir vontade de executar. Objetivos? Metas? Pra quê? Qual é o prêmio no final? Até hoje não obtive nenhum troféu, nem mesmo tapinha nas costas.
Caminho para um final, que não sei qual é, mas que deve ser tão triste quanto eu mereço.
Sempre fui de essência melancólica, mas aprendi a conviver com isso. Da mesma forma que aprendi a conviver com meu cabelo crespo, minha magreza, meus problemas familiares, sem os aceitar apenas os suportando. Às vezes me pergunto se deixar de forçar vai adiantar? Uma hora a gente cansa, e eu já me cansei há muito tempo.
Ando por ai triste, cansada e desacreditada. Sofro de desencantamento Weberiano crônico. Colou-me no peito uma amargura que não desgruda, um amargo na boca, e no rosto uma expressão taciturna. Pobre de mim.
Mazelas de nosso tempo? Sentir-se infeliz por não ‘ter’, não ‘ser’, não ‘estar’, e no meu caso nem ‘parecer’ cabe.
Infelicidade genuína e pura, límpida e translúcida como água, pela simples amargura de estar viva. De ter o que fazer e não sentir vontade de executar. Objetivos? Metas? Pra quê? Qual é o prêmio no final? Até hoje não obtive nenhum troféu, nem mesmo tapinha nas costas.
Caminho para um final, que não sei qual é, mas que deve ser tão triste quanto eu mereço.
Sempre fui de essência melancólica, mas aprendi a conviver com isso. Da mesma forma que aprendi a conviver com meu cabelo crespo, minha magreza, meus problemas familiares, sem os aceitar apenas os suportando. Às vezes me pergunto se deixar de forçar vai adiantar? Uma hora a gente cansa, e eu já me cansei há muito tempo.
Ando por ai triste, cansada e desacreditada. Sofro de desencantamento Weberiano crônico. Colou-me no peito uma amargura que não desgruda, um amargo na boca, e no rosto uma expressão taciturna. Pobre de mim.

2 comments:
Vc escrever muito bem! Adoro ler seu blog!
Eu me sentia exatamente assim a um tempo atrás.Aii que tristeza sem fim...Mas só posso te dizer uma coisa: uma hora passa.
(previsível, vc já deve ter cansado de escutar, mas espero apenas que essas palavras expressem o que lhe desejo).
Uma hora passa.
Post a Comment