
Pensando na diferença do que é imposto a nós, e o que é vantajoso. Entrei em um dilema: onde a vaidade passa a ser ostentação?
Essa cultura que nos obriga a ser como as Pin ups dos anos 50. Posamos impecáveis, perfeitas, como se fossemos um presente para os homens, prontas para fazer qualquer um feliz. Mas até onde vai a imposição e até onde vai nossa vaidade? Acho que as feministas pecaram nesse ponto, esqueceram que faz parte da identidade humana o desejo de embelezar-se, de possuir-se e devorar-se.
Vivemos em uma sociedade midiática (termo técnico imbecil), diariamente recebemos uma grande onda de informação visual, nossos ícones mudam o tempo todo, sempre um rosto novo, um modismo novo, um amor novo, onde isso tudo vai parar? Como fica nossa orientação visual? Mas essa não é a discussão agora.
O que quero levantar aqui é a necessidade individual de auto-aceitação, temos um padrão em que nós seguimos, um padrão individual, onde nos esforçamos para nos encaixar nele, e com hipocrisia apontamos o padrão do outro como o errado...Tudo isso veio á tona com o simples fato d'eu ter pintado cabelo (é impressionante como nossa aparência influência no nosso jeito), cabelo louro, unhas vermelhas e sutien de enchimento... Artificial? Ou apenas mostrando a mulher fútil que há em mim?
Será que eu também não quero ser uma Pin up? Essas mulheres de bochecha rosada e pés em curva.
[As Pin ups, garotas que enfeitavam as capas de revistas no começo do século passado, o equivalente as nossas modelos... Nós industrializamos tudo porque não as mulheres?]
Essa cultura que nos obriga a ser como as Pin ups dos anos 50. Posamos impecáveis, perfeitas, como se fossemos um presente para os homens, prontas para fazer qualquer um feliz. Mas até onde vai a imposição e até onde vai nossa vaidade? Acho que as feministas pecaram nesse ponto, esqueceram que faz parte da identidade humana o desejo de embelezar-se, de possuir-se e devorar-se.
Vivemos em uma sociedade midiática (termo técnico imbecil), diariamente recebemos uma grande onda de informação visual, nossos ícones mudam o tempo todo, sempre um rosto novo, um modismo novo, um amor novo, onde isso tudo vai parar? Como fica nossa orientação visual? Mas essa não é a discussão agora.
O que quero levantar aqui é a necessidade individual de auto-aceitação, temos um padrão em que nós seguimos, um padrão individual, onde nos esforçamos para nos encaixar nele, e com hipocrisia apontamos o padrão do outro como o errado...Tudo isso veio á tona com o simples fato d'eu ter pintado cabelo (é impressionante como nossa aparência influência no nosso jeito), cabelo louro, unhas vermelhas e sutien de enchimento... Artificial? Ou apenas mostrando a mulher fútil que há em mim?
Será que eu também não quero ser uma Pin up? Essas mulheres de bochecha rosada e pés em curva.
[As Pin ups, garotas que enfeitavam as capas de revistas no começo do século passado, o equivalente as nossas modelos... Nós industrializamos tudo porque não as mulheres?]

1 comment:
Ora, ora… sociedade midiática e imediática, termos idiotas e vazios para quem se coloca por si! Tudo novo, tudo junto o tempo todo agora... esse movimento também vira rotina e quem se cansa da mesmice pinta o cabelo! Isso não é fútil, é divertido! Não há que se responder a ninguém por isso, menos ainda deixar que questionem o ser ou não ser da vaidade feminina! Afinal não fizemos parte importante da conquista da sociedade em que (dizem) tudo pode? Então possa! Fique linda, com o que é seu e com o que passa a ser porque você decidiu que sim e isso é o suficiente!
Podemos ser presentes, podemos ser o “seu pior pesadelo” de “pin up” ou de bruxa má, o que está valendo é ser o que quiser.... para nós, para os homens, para as mulheres, para quem e como quiser! De minha parte, ainda conservo um canto da casa onde posso brincar de casinha, de maquiar a amiguinha, e de brincar de tomar chá... ainda guardo várias bugigangas e penduricalhos, sempre foi assim e não vejo mal nenhum que continue sendo!
Beijos
Elis
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