
Filme impecável em Produção de Arte. As cores são de morrer! Vibrantes! Quentes! Vivas! O diretor é indiano o que me faz desconfiar que ele usou sua bagagem cultural.
Voltando ao filme... Eu destacaria o trabalho de iluminação. A luz narra quase tão incisivamente quanto o texto.
Voltando ao filme... Eu destacaria o trabalho de iluminação. A luz narra quase tão incisivamente quanto o texto.
Há momentos em que a luz desce transversal ao plano, criando uma aura luminosa nos personagens, propondo uma outra interpretação a cena. Há momentos em que a luz é refletida no chão subindo difusamente, criando um ambiente límpido, sublime e etéreo.
Destaco uma cena em especial: a última, onde a luz representa à narrativa. A cena se passa em uma sala iluminada por uma grande janela, Elizabeth pega o filho de seu amante do colo e a luz bate nela de perfil por trás, uma menção nítida a virgem Maria, há um giro de câmera e a luz fica de frente para a atriz, a luz resplandece na tez clara de Kate Blanchett e ela se ilumina, comparando-se a uma divindade, sua personagem de mãe do povo se torna uma Deusa! Com certeza Elizabeth III vai ser a grande rainha em seu momento mais sublime. Estou aguardando...
Destaco uma cena em especial: a última, onde a luz representa à narrativa. A cena se passa em uma sala iluminada por uma grande janela, Elizabeth pega o filho de seu amante do colo e a luz bate nela de perfil por trás, uma menção nítida a virgem Maria, há um giro de câmera e a luz fica de frente para a atriz, a luz resplandece na tez clara de Kate Blanchett e ela se ilumina, comparando-se a uma divindade, sua personagem de mãe do povo se torna uma Deusa! Com certeza Elizabeth III vai ser a grande rainha em seu momento mais sublime. Estou aguardando...

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