Uma criatura abastada e com um duvidoso título de nobreza chamado Chiquinho Sscarpa chegou à conclusão, após breve raciocínio, que precisava perder alguns quilinhos. Até ai tudo normal, mas o que adentra o tênue limite da tolice é que o sagaz Scarpa, sabe-se Deus porque, resolve fazer uma cirurgia de redução de estômago ao invés de fazer uma dieta como qualquer ser humano normal. Isso para perder uns 20 quilinhos que estavam sobrando. Coisa pouca!
Mas nada como ter dinheiro sobrando... O astuto Conde grampeou, então, parte do estômago, e para a surpresa de todos a cirurgia não deu certo! Por dois motivos:
1 – A Vs. Excelência não respeitou o pós-operatório e ingeriu mais comida do que o estômago agüentaria. Olha que safadinho: "Ele tinha muita sede e não sabe ouvir não, parece criança. Deixava eu sair para fazer alguma coisa e aproveitava para tomar mais água do que deveria. Quando voltava, encontrava as garrafinhas no chão ou o Chiquinho na cozinha batendo suco", declarou Rosimari a esposa.
2 - Devido ao uso contínuo (durante 3 anos) de um remédio chamado Roacutan, contra acne, por isso as paredes do estômago do Conde Scarpa estavam mais sensíveis. Chiquinho Scarpa foi colocado em coma induzido e fez mais três cirurgias para aplacar o estrago, abaixo uma entrevista concedida a folha de SP sobre o ocorrido:
FOLHA - Como é voltar para casa?
SCARPA - Saí do hospital faz um dia e meio. Depois de ter sofrido cinco operações e ter recebido a extrema-unção duas vezes, nada melhor do que estar em casa.
FOLHA - Extrema-unção?
SCARPA - É verdade. Fui dado como clinicamente morto duas vezes, então minha família chamou o padre Gonçalo uma vez e, na segunda, para não repetir o padre, chamaram um da igreja Nossa Senhora do Brasil.
FOLHA - Arrependeu-se da cirurgia?
SCARPA - Por enquanto, estou arrependido. Mas é algo para o resto da vida. Minha irmã Fátima fez e perdeu


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